terça-feira, 29 de maio de 2007

as linhas que passam - que em outros lugares talvez seguissem sozinhas - aqui se cruzam, formando uma teia.
de cada ponto de encontro saem e chegam novas linhas.
nada é paralelo

4 comentários:

alexandre disse...

me soa tão familiar... é uma das cidades, né? sinto que já li isso.

na fortaleza furta-cor disse...

quase uma cidade estrela

amina disse...

né cidade não.
mas muitíssimo obrigada pela comparação com o Calvino...

alexandre disse...

ó...
acho que me soou como a descrição de eutrópia, não? onde paralelismos formam um plano onde se distribuem novos pontos que, na verdade, refazem um ponto só.